Pular para o conteúdo principal
Operações financeiras envolvem múltiplos passos, aprovações e verificações externas. Gerenciá-las manualmente gera erros, atrasos e falhas de conformidade. O Flowker permite que você defina esses processos uma vez como workflows e os execute de forma consistente — com rastreabilidade completa e visibilidade em tempo real. Esta página mostra o que o Flowker pode fazer pelo seu negócio. Para instruções técnicas de configuração, consulte o Quickstart técnico.

Como o Flowker funciona


Você começa explorando as integrações disponíveis, conectando-as ao seu ambiente, definindo um workflow que modela seu processo de negócio e então executando-o. Cada execução é rastreada, auditável e recuperável. Aqui está o fluxo de alto nível:
1

Explore o catálogo

Consulte os providers, executors e triggers integrados disponíveis.
2

Configure seus executors

Conecte o Flowker aos serviços externos que seus workflows precisam — motores anti-fraude, processadores de pagamento, provedores KYC, serviços de notificação — criando configurações de executor com credenciais e endpoints.
3

Defina seus workflows

Modele seu processo de negócio como um workflow: defina os passos (nodes), a ordem de execução (edges) e as condições que controlam as bifurcações.
4

Execute e monitore

Dispare workflows via API ou webhook. Monitore cada execução em tempo real e consulte os resultados quando concluída.

O que você pode automatizar


O Flowker foi projetado para processos financeiros de múltiplos passos que exigem confiabilidade, rastreabilidade e integração com serviços externos. Estes são os cenários mais comuns.

Orquestração de pagamentos

O desafio: Um pagamento envolve múltiplos passos — validação, roteamento para o provedor correto, confirmação e notificação. Quando gerenciados manualmente ou através de integrações dispersas, as falhas passam despercebidas e a conciliação se torna dolorosa. Como o Flowker resolve: Defina um workflow que coordena todo o ciclo de vida do pagamento:
  1. Trigger — Uma nova solicitação de pagamento chega via API ou webhook.
  2. Validar — Verificar se os dados do pagamento estão completos e se a conta tem saldo suficiente.
  3. Rotear — Selecionar o provedor de pagamento adequado com base no valor, moeda ou trilho (Pix, TED, SWIFT).
  4. Confirmar — Chamar o provedor e aguardar a confirmação.
  5. Notificar — Enviar um evento de confirmação ao cliente e atualizar o ledger.
Se algum passo falhar, o workflow gerencia retentativas automaticamente. Cada passo fica registrado para conciliação e auditoria.

Validação anti-fraude

O desafio: Verificações de fraude precisam acontecer antes de uma transação ser processada — mas envolvem serviços externos, lógica de scoring e diferentes limiares dependendo do tipo de transação. Codificar essa lógica no código-fonte gera pesadelos de manutenção. Como o Flowker resolve: Defina um workflow de pré-transação que executa as verificações antifraude antes que qualquer dado chegue ao ledger:
  1. Trigger — Uma nova transação é submetida.
  2. Enriquecer — Coletar histórico do cliente, dados do dispositivo e geolocalização de sistemas internos.
  3. Scoring — Chamar um ou mais provedores de detecção de fraude e coletar pontuações de risco.
  4. Decidir — Aplicar regras: se o score ultrapassar o limiar, bloquear; se estiver na margem, sinalizar para revisão; se estiver baixo, aprovar.
  5. Agir — Prosseguir com a transação ou notificar a equipe de compliance.
Todas as decisões são rastreáveis. Você pode ajustar limiares e adicionar novos provedores sem alterar a lógica central.

Onboarding de clientes

O desafio: O onboarding de um novo cliente requer verificação de identidade, validação de documentos, checks AML/KYC e criação de conta. Esses passos envolvem múltiplos provedores externos e requisitos regulatórios que variam por jurisdição. Como o Flowker resolve: Defina um workflow de onboarding que automatiza todo o processo:
  1. Trigger — Um novo cadastro de cliente chega.
  2. Verificar identidade — Chamar um provedor KYC para validar documentos e identidade do cliente.
  3. Verificar conformidade — Executar screening AML contra listas de sanções e bases PEP.
  4. Avaliar risco — Aplicar regras internas de risco com base no perfil, jurisdição e histórico.
  5. Criar conta — Se todas as verificações passarem, criar a conta do cliente no sistema.
  6. Notificar — Enviar email de boas-vindas ou notificar o gerente de relacionamento se revisão manual for necessária.
O resultado de cada passo determina a próxima ação. Se uma verificação falhar, o workflow para e cria um registro de auditoria explicando o motivo.

Workflows de aprovação manual

O desafio: Algumas operações — transferências de alto valor, alterações de limite de crédito, encerramento de contas — exigem aprovação humana. Mas construir fluxos de aprovação com notificações por email, timeouts e caminhos de escalonamento é complexo e propenso a erros. Como o Flowker resolve: Defina um workflow que chama um serviço de aprovação externo via executor:
  1. Trigger — Uma solicitação de transferência de alto valor é submetida.
  2. Avaliar — Verificar valor, perfil de risco do cliente e políticas internas.
  3. Solicitar aprovação — Chamar um serviço de aprovação externo (gerente, oficial de compliance) através de um nó executor.
  4. Decidir — Um nó condicional avalia a resposta da aprovação.
  5. Agir — Se aprovado, prosseguir com a transferência. Se rejeitado, cancelar e notificar o solicitante.
Você pode definir aprovações de múltiplos níveis encadeando nós executor que chamam seu serviço de aprovação em cada nível.

Capacidades-chave


  • Validação pré-ledger — Todas as verificações são executadas antes de qualquer registro no ledger, prevenindo estados inconsistentes.
  • Rastreabilidade completa — Cada passo gera logs detalhados que podem ser consultados, revisados e exportados.
  • Integrações com providers — Conecte-se a motores de fraude, provedores KYC, processadores de pagamento e qualquer serviço HTTP.
  • Bifurcação condicional — Roteie a execução com base em resultados, valores, scores de risco ou qualquer campo de dados.
  • Execução idempotente — Idempotência integrada garante retentativas seguras sem processamento duplicado.
  • Monitoramento em tempo real — Acompanhe o status de execução e os resultados de cada passo enquanto os workflows rodam.
Todas as requisições à API do Flowker requerem autenticação via header X-API-Key: <your-api-key>. A API key é provisionada por meio da variável de ambiente API_KEY durante o deploy. Credenciais específicas de provedores (para serviços externos) são gerenciadas através de configurações de provider. Consulte o Quickstart técnico para o fluxo completo de bootstrapping.

Próximos passos


Conceitos fundamentais

Entenda workflows, nodes, edges e o modelo de execução do Flowker.

Quickstart técnico

Configure e execute seu primeiro workflow com instruções passo a passo.

O que é o Flowker?

Conheça a arquitetura, funcionalidades e diferenciais da plataforma.

Referência da API

Explore os endpoints disponíveis para criar e gerenciar workflows.