Como o Flowker funciona
Você começa explorando quais integrações estão disponíveis, conecta-as ao seu ambiente, define um workflow que modela o seu processo de negócio e então o executa. Cada execução deixa um registro rastreável e disponível para inspeção pela API.
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Explore o catálogo
Navegue pelo catálogo para descobrir os provedores, os executores e os gatilhos disponíveis no seu deploy do Flowker.
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Conecte os seus provedores
Crie uma configuração de provedor para cada serviço externo que os seus workflows chamam: motores antifraude, processadores de pagamento, provedores de KYC e serviços de notificação. Ela identifica a conexão que um nó de workflow usa para aquele serviço.
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Defina os seus workflows
Modele o seu processo de negócio como um workflow: defina as etapas (nós), a ordem em que elas rodam (arestas) e as condições que controlam a ramificação.
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Execute e monitore
Dispare workflows pela API, por um webhook ou por um gatilho de agendamento. Leia o status de cada execução e recupere os resultados quando ela terminar.
O que você pode automatizar
O Flowker foi feito para processos financeiros de várias etapas que exigem confiabilidade, rastreabilidade e integração com serviços externos.
Orquestração de pagamentos
O desafio: um pagamento envolve várias etapas: validação, roteamento para o provedor certo, confirmação e notificação. Quando isso é feito à mão ou por integrações espalhadas, as falhas passam despercebidas e a conciliação fica dolorosa. Como o Flowker resolve: defina um workflow que coordena todo o ciclo de vida do pagamento:- Gatilho: uma nova requisição de pagamento chega pela API ou por webhook.
- Validar: verifique se os dados do pagamento estão completos e se a conta tem saldo suficiente.
- Rotear: escolha o provedor de pagamento adequado com base no valor, na moeda ou no trilho (Pix, TED, SWIFT).
- Confirmar: chame o provedor e espere a confirmação.
- Notificar: envie um evento de confirmação ao cliente e atualize o ledger.
POST e PATCH rodam uma vez, a menos que você ative as novas tentativas no nó. O Flowker não deduplica o efeito colateral no provedor durante as novas tentativas: a Idempotency-Key da execução deduplica execuções do Flowker, não as requisições de saída ao provedor.
Ative as novas tentativas em um nó POST ou PATCH apenas quando a operação do provedor for idempotente. Você também pode ativar quando o provedor documenta uma chave de negócio estável e a aplica de forma atômica. Envie essa chave em um header como chave de idempotência em cada tentativa. Caso contrário, mantenha as novas tentativas desabilitadas no nó. O Flowker registra cada nó de executor, condicional e ação executado para conciliação e revisão.
Validação antifraude
O desafio: as verificações de fraude devem acontecer antes do processamento da transação. Elas envolvem serviços externos, lógica de pontuação e limiares diferentes conforme o tipo de transação. Deixar essa lógica fixa no código a torna difícil de manter. Como o Flowker resolve: defina um workflow pré-transação que roda as verificações de fraude antes de qualquer coisa chegar ao ledger:- Gatilho: uma nova transação chega.
- Enriquecer: colete o histórico do cliente, os dados do dispositivo e a geolocalização dos sistemas internos.
- Pontuar: chame um ou mais provedores de detecção de fraude e colete as pontuações de risco.
- Decidir: aplique as regras: se a pontuação estiver acima do limiar, bloqueie. Se estiver no limite, marque para revisão. Se estiver limpa, aprove.
- Agir: siga com a transação ou avise o time de compliance.
Onboarding de clientes
O desafio: o onboarding de um novo cliente exige verificação de identidade, validação de documentos, verificações de AML/KYC e criação de conta. Essas etapas envolvem vários provedores externos e exigências regulatórias que variam por jurisdição. Como o Flowker resolve: defina um workflow de onboarding que automatiza todo o processo:- Gatilho: um novo cadastro de cliente chega.
- Verificar identidade: chame um provedor de KYC para validar os documentos e a identidade do cliente.
- Checar compliance: rode a triagem de AML contra listas de sanções e bases de PEP.
- Avaliar risco: aplique as regras internas de risco com base no perfil do cliente, na jurisdição e no histórico de transações.
- Criar conta: se todas as verificações passarem, crie a conta do cliente no sistema.
- Notificar: envie um e-mail de boas-vindas ou avise o gerente de relacionamento se for preciso uma revisão manual.
Workflows de aprovação manual
O desafio: algumas operações (transferências de alto valor, mudanças de limite de crédito, encerramentos de conta) exigem aprovação humana. Mas montar fluxos de aprovação com notificações por e-mail, timeouts e caminhos de escalonamento é complexo e sujeito a erros. Como o Flowker resolve: defina um workflow que chama um serviço externo de aprovação por um nó de executor:- Gatilho: uma requisição de transferência de alto valor chega.
- Avaliar: verifique o valor, o perfil de risco do cliente e as políticas internas.
- Pedir aprovação: chame um serviço externo de aprovação (gestor, responsável por compliance) por um nó de executor.
- Decidir: um nó condicional avalia a resposta da aprovação.
- Agir: se aprovada, siga com a transferência. Se recusada, cancele e avise quem pediu.
Principais recursos
- Validação pré-ledger: coloque cada verificação antes do nó de lançamento no seu grafo e use nós condicionais com arestas de
sourceHandlecorrespondente para rotear até o lançamento apenas os resultados aprovados. - Registros de execução por etapa: os resultados da execução registram status, duração, saída e erro de cada nó de executor, condicional ou ação executado. Os nós de gatilho começam o percurso do grafo e não criam registros de etapa de execução.
- Integrações com provedores: conecte a motores antifraude, provedores de KYC, processadores de pagamento e qualquer serviço baseado em HTTP.
- Ramificação condicional: um nó condicional escolhe a aresta de saída cujo
sourceHandlecorresponde ao resultado dele, então você pode rotear a execução com base nos resultados das etapas, nos valores, nas pontuações de risco ou em qualquer campo de dados. - Execução idempotente: reutilizar uma
Idempotency-Keydevolve a execução existente do Flowker em vez de criar outra. A execução direta exige uma chave não vazia. O header do webhook é opcional. - Monitoramento de execuções: leia o status da execução pela API enquanto um workflow roda. Recupere os resultados da execução, com os resultados das etapas, depois que ela chega a um estado terminal.
Com
PLUGIN_AUTH_ENABLED=true, as rotas de gerenciamento do Flowker exigem um token Bearer e aplicam permissões por recurso e ação. Essa configuração é obrigatória em produção. O ingresso assinado do Streaming Hub em /v1/hub/webhooks/ usa a assinatura do hub em vez de um token Bearer. As credenciais específicas de cada provedor (para serviços externos) são gerenciadas por configurações de provedor.Próximos passos
Conceitos centrais
Entenda em detalhe os workflows, os nós, as arestas e o modelo de execução.
O que é o Flowker?
Leia sobre a arquitetura, os recursos e a filosofia de design do Flowker.
Referência da API
Explore a API completa de workflows, execuções e configurações.

