O que o Lerian STA faz e não faz
- Ele é a fronteira de transporte e integridade entre a instituição e o hub de arquivos do BACEN. Ele move os bytes, autentica a troca, verifica o SHA-256 e registra o resultado. Ele não interpreta o conteúdo de negócio do arquivo.
- Ele não lança no ledger. Ao concluir um download de entrada, o Lerian STA publica um evento de estado terminal que carrega um claim-check. O produto de domínio consumidor (por exemplo, Lerian SISBAJUD) busca o artefato e o concilia no ledger do cliente. O lançamento no ledger pertence ao consumidor, não ao Lerian STA.
- Ele aceita um modo multi-tenant com isolamento físico de banco de dados por tenant. No modo single-tenant, ele usa o banco de dados/pool padrão sem contexto de tenant.
Quem ele atende
O Lerian STA atende instituições financeiras que operam nos trilhos do BACEN e precisam de um caminho governado e auditável para a troca de arquivos com o Banco Central. Ele pode rodar em modo single-tenant ou, quando o multi-tenancy está habilitado, atender várias instituições em um único deployment com bancos de dados isolados. Downstream, ele atende os produtos Lerian que consomem os arquivos que entrega. O Lerian STA roteia cada arquivo de entrada a um produto de origem, o produto downstream que é dono do significado de negócio do arquivo. Esse produto se inscreve nos próprios eventos.
Glossário
Para saber como o Lerian STA se posiciona ao lado dos outros trilhos nativos e das interfaces de parceiros, veja Mensageria nativa e interfaces de parceiros.

